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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Carioca, apaixonado pelo Rio de Janeiro, apreciador das artes, das viagens e das pessoas que têm algo a dizer.

terça-feira, 10 de junho de 2008

VIII - Flores do Campo



Durante o jantar Bernadete abriu o coração, mais uma vez, e disse que há poucos dias chorava por um amor impossível e vivia num inferno, mas que agora estava no céu. Alfredo Eugênio, encantado, ouvia atentamente segurando sua mão.
Já passava da meia-noite quando saíram do restaurante. Alfredo Eugênio pediu um quarto para Bernadete, embora tivesse vontade de tê-la em seus braços naquela noite, mas achou melhor que as coisas acontecessem no devido tempo.
No dia seguinte, Bernadete acordou leve, tomou um banho e quando estava terminando de se arrumar bateram à porta. Ao abrir foi recepcionada por um lindo buquê de flores do campo.
_ Sra. Bernadete, mandaram-lhe entregar, disse o mensageiro. Bernadete agradeceu, fechou a porta e com lágrimas nos olhos leu o cartão: “Bernadete, aceita ir comigo para Lisboa? Beijos, Alfredo Eugênio”.
Que loucura, meu Deus o que eu faço? Indagava-se, mas ao mesmo tempo parecia saber a resposta. Se o destino lhe preparou tantas surpresas, melhor seria seguir em frente. Desceu para tomar o café da manhã. Alfredo Eugênio a aguardava. Mesmo antes de dizer “bom dia”, Bernadete disse apenas uma palavra: “Sim”.

Um comentário:

  1. Hu, hu!!
    Aguardando ansiosamente!!!
    A seguir cenas dos próximos capítulos...
    Bjks

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