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Carioca, apaixonado pelo Rio de Janeiro, apreciador das artes, das viagens e das pessoas que têm algo a dizer.

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

XXXV - haja o que houver

Já passavam das 20 horas e Bernadete estava aflita, Alfredo Eugênio não havia retornado, tentara o celular várias vezes e nada. Decidiu sair e dar uma volta pelo bairro, mas ao abrir a porta Alfredo Eugênio acabara de chegar.
_ Meu querido, estava preocupada, liguei para você várias vezes.
_ Está tudo bem, respondeu com voz muito triste.
Já não podendo esconder sua tristeza Alfredo Eugênio chorou e disse que não poderia ser pai. Bernadete abraçou o marido e os dois choraram juntos.
Aquela noite certamente foi um dos dias mais tristes para o casal. Bernadete já passara por momentos difíceis, mas sempre contou com o apoio de Alfredo Eugênio, dessa vez não sabia como consolar o marido. Apenas ficou ao seu lado. Ficaram abraçados, deitados sobre a cama. Ao fundo a voz de Tereza Salgueiro consolava o casal.

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