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Carioca, apaixonado pelo Rio de Janeiro, apreciador das artes, das viagens e das pessoas que têm algo a dizer.

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

XXXVII - uma nova casa

A resposta de Alfredo Eugênio estava carregada de tristeza e frustração, ele estava conformado com o fato de não poder ser pai e, certamente, se assim não era para ser ele não estava disposto a adotar e foi isso que após 8 anos, ele confessou à Bernadete.

Apesar de tudo, deveriam viver assim, pois era esta a sorte do casal e pediu para não tocarem mais no assunto.

De fato, depois daquele fim de semana em Paris, nunca mais falaram sobre o assunto. Bernadete estava conformada, mais no fundo sentia-se culpada, se tivesse tentado logo no início, mas enfim a vida deveria seguir.

Os anos passavam tão rapidamente e já estava há mais de 10 anos em Portugal. Depois da sua partida inesperada, nunca mais voltara ao Brasil. Pouco falava com sua família, na verdade, apenas uma tia que morava em Petrópolis. Às vezes escrevia, outras telefonava.

Depois de tantos anos morando em Lisboa, compraram uma Quinta em Sintra, este era um antigo desejo de Alfredo Eugênio. Era uma Quinta muito charmosa, com muitas árvores, gramdos e uma linda piscina, a casa era enorme e frequentemente reuniam os amigos nos fins de semana.

Um comentário:

  1. Que lugar espetacular!
    A vida é mesmo uma kxinha de surpresas.
    Desejo felicidades a sua amiga Bernadete.
    Bem interessante a história de vida dela.

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