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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Carioca, apaixonado pelo Rio de Janeiro, apreciador das artes, das viagens e das pessoas que têm algo a dizer.

domingo, 30 de novembro de 2008

presentes dos amigos

Gostaria de compartilhar com os leitores e amigos do nosso Acabou o caviar?, o carinho que tenho recebido por parte dos amigos da blogosfera, principalmente depois que passei a fazer parte do diHITT. Este carinho é traduzido em forma de prêmios e selos e concedidos como forma de reconhecimento pelo trabalho realizado. É gratificante para quem escreve, saber que está sendo lido. Acredito ser a mesma sensação de um Chef que prepara um prato e vê a expressão de felicidade de quem está degustando. É assim que me sinto, ao receber estes selos.

Tudo começou no dia 19 de novembro, quando recebi da querida amiga Luka Almeida um bouquet de selos















E gostaria de compartilhar este bouquet, com umas meninas muito poderosas:



Sandra Cantii (Coisas de Mulher)







Uma semana depois, Letícia Castro, uma menina que é sinônimo de gentileza e que tenho um carinho muito especial, me enviou este selo que me deixou "todo prosa":



Este selo eu quero oferecer a dois gentlemen:


Oscar Luiz (by Oscar Luiz)
João Magalhães (Reporter Net)


Por fim, hoje, o camarada Rodrigo Piva do Curiosando me presenteou com o Prêmio Dardos.






Este Prêmio vai ser compartilhado com três feras:




Joselito Bortolotto (Jotabe)




Kmmad (StreS'Net)




Alessandro (Dogman)



Mais uma vez obrigado Luka, Letícia, Rodrigo e também ao Nacir que me presenteou com o Selo Sorte, já divulgado aqui no Blog.

Um forte abraço em todos!

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

dia nacional de ação de graças

Hoje é o Dia Nacional de Ação de Graças, comemorado em muitos países, inclusive com feriado nos Estados Unidos e Canadá.
Fiz uma rápida pesquisa para buscar as origens desta comemoração e fiquei surpreso pelo modo como a comemoração chegou ao Brasil. No final do texto você vai encontrar uma oração. Seja qual for a sua fé, agradecer a Deus sempre é bom!

The First Thanksgiving", painting by Jean Leon Gerome Ferris (1863–1930).


"O Dia de Ação de Graças é comemorado na quarta Quinta-feira de Novembro. Nesta data, pessoas de todas as religiões dão graças pelas dádivas alcançadas. As famílias se reúnem e comemoram com a ceia tradicional, após as preces e os cultos de cada religião em comunhão espiritual à benevolência de Deus misericordioso. Segundo a tradição, o primeiro Dia de Ação de Graças americano aconteceu em 1621. A festa foi feita junto aos integrantes da tribo Wampanoag, convidados dos colonos ingleses fundadores da colônia Plymouth, estado de Massachusetts. Num gesto de delicadeza, os índios levaram comida aos ingleses. Só em 1789, por idéia do então presidente George Washington, a data se tornou feriado. Para aqueles que estão no caminho espiritual, o Dia de Ação de Graças anuncia formalmente a chegada do Natal e simboliza a gratidão que sentimos a medida em que nos aproximamos de Deus. Da mesma forma que o dia de Ação de Graças precede o Natal, o coração, que é constantemente agradecido, é um precursor do glorioso nascimento interno da consciência Cristã que é a alegre realização da Presença Divina em toda a criação. Oferendas internas, conscientes de agradecimento, abrem nossos olhos novamente para as incontáveis manifestações de Deus em nossa volta, emocionando-nos com uma capacidade nova de admirar e sentir júbilo na vida diária. O Dia de Ação de Graças é o dia especialmente dedicado à gratidão. A rigor, todos os dias deveriam ser de ações de graças. Em todas as circunstâncias, em todos os momentos, deveríamos ser gratos a Deus. "Em tudo dai graças, porque esta é a vontade de Deus, em Cristo Jesus, para convosco". I Tessalonicenses 5.18. Agradecer a Deus, entendendo que tudo lhe pertence e que providencia o melhor para nós, é sinal de amor e de obediência à Sua vontade. No ano de 1909, Joaquim Nabuco, Embaixador do Brasil nos Estados Unidos, assistiu a um Culto de Ação de Graças. Ficou tão impressionado que declarou: "Quisera que toda a humanidade se unisse, num mesmo dia, para um universal agradecimento a Deus". Em 1949, foi votada no Congresso Nacional e sancionada pelo Presidente Eurico Gaspar Dutra, a Lei nº 781, que instituiu no Brasil o Dia Nacional de Ação de Graças."

Fonte: http://www.sjose.com.br /
Wikipedia

Ação de Graças

"Senhor, a ti pertence a terra e tudo o que nela se contém, o mundo e os que nele habitam. Graças te rendemos porque somos parte de tua criação maravilhosa. Senhor, tu nos fizeste e nos amas. Tu és a nossa rocha e a nossa fortaleza. Recebe, Senhor, toda a nossa gratidão"!

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

ensina-me a viver


A improvável história de amor entre Harold, um senhor de quase vinte anos, obcecado pela morte e Maude, uma jovem de quase oitenta anos, apaixonada pela vida.
Este é um pequeno resumo da história central do espetáculo "Ensina-me a viver", em cartaz no Teatro do Leblon.
Antes de falar do espetáculo, temos que mencionar o filme Harold & Maude (Ensina-me a viver), clássico dos anos 70, escrito por Colin Higgins e dirigido por Hal Ashby, que conquistou uma geração de cinéfilos. Os papéis de Harold e Maude foram interpretados respectivamente por Bud Cart e Ruth Gordon.

(Bud Cart e Ruth Gordon - "Harold & Maude" - o filme)

Apaixonado pelo seu filme da adolescência o ator Arlindo Lopes comprou os direitos da peça em 2003 e após 4 anos, conseguiu montar o espetáculo com uma excelente ficha técnica. Esta nova montagem brasileira de "Ensina-me a Viver", estreou em outubro de 2007 em São Paulo, com tradução de Millôr Fernandes e adaptação e direção de João Fonseca.

Sensível, inteligente e rico, Harold não conheceu o pai e vive com a mãe indiferente e autoritária.
A quase octogenária Maude vive em um teatro, rodeada por margaridas e passarinhos e aproveita cada segundo de sua existência como se fosse o último.
Quando se encontram, a sintonia é imediata. Maude, cheia de alegria e positividade ensina a Harold os prazeres da vida e da liberdade.


João Falcão tem em suas mãos atores talentosos e dedicados que entenderam perfeitamente o espírito do espetáculo. Assim temos atuações bem satisfatórias de Ilana Kaplan, a mãe de Harold e de Augusto Madeira revezando-se nos diversos papéis de psicólogo, padre, o tio e o inspetor, atuando de maneira bem segura e com humor na medida. Uma boa surpresa deste espetáculo é a interpretação de Fernanda de Freitas que interpreta as pretendentes de Harold, imprimindo em cada uma das moças uma marca diferente. Arlindo Lopes, tão dedicado, interpreta com muita sinceridade o jovem mórbido, que freqüenta cemitérios. Notamos todo o empenho e entrega do ator ao papel. Por fim, Glória Menezes, que sonhava um dia interpretar Maude, brinda o público com uma ótima interpretação de Maude, a jovem senhora, que adora aventuras e apresenta um novo mundo para Harold. Glória domina totalmente o papel e encanta a platéia. A química entre Glória e Arlindo é perfeita e em muitos momentos a diferença de idade desaparece tamanha a empatia do casal.

Podemos dizer que “Ensina-me a viver” é uma grande lição de vida, uma história de descobertas que conduz o espectador a acreditar que simplificar a vida é sempre o melhor caminho.

sábado, 22 de novembro de 2008

Clandestinos


A campanha Teatro para todos começou ontem e mais uma vez estou participando ativamente. Como vocês sabem sou amante das artes e o Teatro é uma dessas paixões antigas, inclusive já pisei nos palcos como ator, mas apenas minha amiga Claude conferiu a performance. Isso foi há 16 anos atrás, no auge da minha juventude e dos meus sonhos.
E é sobre juventude e sonhos o espetáculo
Clandestinos que fui assistir ontem, no Teatro Glória.



Clandestinos é um espetáculo de João Falcão, com a Cia. Instável de Teatro, formada por jovens atores com idades entre 18 e 26 anos.
João Falcão é autor e diretor de sucessos como A máquina, espetáculo que apresentou ao público carioca atores como Wagner Moura, Lázaro Ramos e Vladimir Brichta.
Neste espetáculo João Falcão propõe o debate sobre jovens atores vindos de diversos estados do Brasil, que chegam ao Rio de Janeiro, em busca do sonho de atuar e tornarem-se conhecidos.
Através da cabeça de um autor teatral vão desfilando pelo palco os diversos personagens, do numeroso elenco de 14 atores da companhia. São muitas histórias, muitas entrelaçadas, outras não, que falam sobre este universo. O jovem autor dialoga com os seus personagens que buscam um lugar na história e consequentemente o sucesso. Estão lá os atores nordestinos que lutam para vencer o sotaque e poder fazer papel de carioca, a menina do interior de Minas Gerais encantada com a cidade grande, o negro que não quer passar despercebido, o figurante, o ex-modelo, a gordinha simpática que só faz papel de melhor amiga, a atriz paulista de teatro conceitual, entre outros divertidos personagens.


João Falcão assina o texto e a direção do espetáculo, daí resulta uma ótima atuação por parte dos atores, que dão conta do recado direitinho, sendo aplaudidos diversas vezes em cena aberta.
Todos atuam, cantam e alguns tocam instrumentos, mostrando total versatilidade. Enfim, Clandestinos é um espetáculo jovem, bom astral e que traz muita alegria para quem for assisti-lo.
Então não perca tempo, dirija-se aos pontos de venda, compre o seu ingresso (apenas R$ 5, na campanha) e vá assistir este trabalho brilhante, digno dos nossos maiores aplausos.

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Teatro para todos


Começa hoje a campanha Teatro para Todos .

Este é o 6º ano de uma campanha que faz muito sucesso e proporciona ao público assistir ótimos espetáculos pagando preços populares.
São mais de 40 peças em cartaz e serão vendidos 60 mil ingressos, com preços de R$ 5 a R$ 25.

Este ano a novidade é que somente serão vendidos ingressos para a semana, o que vai tornar a campanha ainda mais democrática e evitar que os ingressos se esgotem.

Os ingressos serão vendidos num quiosque na Cinelândia, nas Lojas Americanas e num posto volante, hoje estará no Largo do Machado.

Mais informações no site http://www.teatroparatodos.com.br

Não percam, eu já vou correndo garantir os meus ingressos.

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

É samba na veia, é Candeia


Está em cartaz até o dia 30 de novembro, no Teatro III do Centro Cultural Banco do Brasil, “É samba na veia, é Candeia”. O espetáculo é um musical sobre a vida e a obra de Antônio Candeia Filho, e presta uma grande homenagem ao artista, falecido há 30 anos.
Hoje, 20 de novembro, data que marca o dia da Consciência Negra, não poderia deixar de falar de Candeia, um homem talentoso, compositor de primeira linha e um líder carismático que brigou incansavelmente pelas nossas raízes. Criado em Oswaldo Cruz, subúrbio do Rio, Candeia foi fiel à sua vocação de sambista, com apenas 17 anos, compôs para a Portela o primeiro samba enredo do carnaval carioca a receber a nota máxima do júri. Dono de diversos sucessos, suas canções foram cantadas por grandes cantoras como Elizeth Cardoso e Clara Nunes, por sinal, a primeira cantora brasileira a romper a marcar de 500 mil discos vendidos com “O Mar Serenou”.
Certamente, a nova geração já ouviu músicas de Candeia, mas desconhece quem é o compositor de “Preciso me encontrar”, sucesso na voz de Marisa Monte –“ deixe-me ir preciso andar, vou por aí a procurar, rir pra não chorar...”
A encenação do espetáculo transporta o público para uma roda de samba no quintal da casa de Candeia, a platéia é recebida por cabrochas que oferecem cachaça e caldinho de feijão, as mesas estão forradas com toalhas de plástico e sobre elas, baldes com cerveja gelada. O clima é de total descontração, com o palco montado entre as mesas, colocando o público, literalmente dentro do espetáculo.

(Jorge Maya, interpretação emocionada)

O público é brindado com um ótimo texto de Eduardo Rieche e a direção competente de André Paes Leme, que conduz o elenco numeroso com maestria. Não cabe aqui, falar desse ou daquele ator, visto que todos estão muito bem no conjunto geral, seja cantando, dançando e interpretando diversos papéis. Porém, não podemos deixar de falar de Jorge Maya, veterano ator de musicais, que empresta seu talento à interpretação de Candeia, numa atuação convincente e emocionante que atinge o ápice na interpretação de “Preciso me encontrar”. Neste momento o público vai às lágrimas. Candeia, vítima de um acidente, está preso a uma cadeira de rodas, os versos da canção ganham muita força – “rir pra não chorar...”.
Esperamos que seja longa a trajetória deste espetáculo e que após a temporada do CCBB, ganhe outras praças, tamanha sua importância na cultura nacional, mostrando um compositor guerreiro que durante a década de 70, fundou a sua própria agremiação – Quilombo – para combater o gigantismo e a descaracterização que percebia nas escolas de samba. Infelizmente o protesto do artista parece não ter surtido efeito, e o que vemos hoje são Escolas de Samba S/A. Quem estiver no Rio não deve perder.


Do fundo do baú e para matar saudades, dois vídeos:
Clara Nunes canta "O mar serenou", de Candeia, lançando seu disco "Claridade" no programa "Globo de ouro", em 1975.
Apresentação da Escola Quilombo, fundada por Candeia (Fantástico - 1978)


quarta-feira, 19 de novembro de 2008

diHITT e um Selo pelo trabalho realizado

No mês de outubro, precisamente no dia 08, minha querida amiga Margareth Bravo (Meg Lee) convidou-me para fazer parte do diHITT, criado por Pablo Melo, e que agrega muita gente da blogosfera. No diHITT - um site para quem é viciado em notícias - encontramos pessoas antenadas com tudo o que acontece no mundo e temos oportunidade de conhecer blogs interessantes, bem produzidos e com ótimos textos.
Hoje pela manhã, ao abrir a página do site, tive uma grande surpresa, meu nome estava entre os 25 do ranking e isso me deixou realmente contente. É apenas uma classificação, mas com tantos membros e tanta gente boa, estar ali é bem confortável, não sei por quanto tempo, talvez não dure nem 24 horas, mas já valeu a pena.
E para coroar esse momento recebi um selo do meu amigo
Nacir Sales do blog Dr Negociação desejando muita sorte ao Acabou o caviar?, este meu querido blog que iniciei em março deste ano, sem pretensões, apenas querendo dividir um pouco do que gosto com as pessoas.
Agradeço ao Nacir Sales pela homenagem e aos meus amigos do diHITT que através das suas notícias e dos seus ótimos textos possibilitaram minha chegada ao "Olimpo".
Gostaria de compartilhar este selo com duas pessoas que gosto muito e que desejo muita SORTE: Margareth Bravo e Letícia Castro do blog
Babel.com.

quarta-feira, 12 de novembro de 2008



Sandra Regina Santos é psicóloga, formada pela Estácio de Sá e pós-graduada em Psicologia Junguiana pela Universidade IBMR. Na próxima sexta-feira, dia 14, como já foi divulgado aqui, vai lançar o livro Jung – um caminhar pela Psicologia Analítica. Para saber um pouco sobre este projeto, “Acabou o caviar?” a convidou para um bate-papo:



JORGE FORTUNATO - Na escola da psicologia parece senso comum seguir a linha freudiana. Por que você escolheu seguir as doutrinas de Jung?

SANDRA SANTOSEscolhi estudar Jung muito antes de ser psicóloga. Meu interesse começou pelo livro: ”O homem e seus símbolos”. Observei que Jung abordava assuntos como inconsciente, mitos antigos e modernos, processo de individuação e artes plásticas. Lia isso tudo e pensava: “nossa, como ele é sensível quando se refere à natureza psíquica do homem”. Jung amplia a condição de entendimento do humano, busca nas artes, na mitologia, na alquimia e nas religiões subsídios para compreender da melhor maneira possível a alma do homem. Ele é genial! E depois de ter passado pela formação de psicóloga, como todos os estudantes, também estudei psicanálise, mas o meu jeito de ver o homem no mundo combina mais com o jeito junguiano de ver.

JF – O seu interesse pela obra de Jung resultou na publicação de Jung - um caminhar pela psicologia analítica. Como foi o processo de criação da obra?

SSTudo começou no curso de pós-graduação em psicologia junguiana da Universidade IBMR, este curso é coordenado pelo prof. Walter Boechat. Como representante da turma fui convidada pelo Reitor para organizar um grupo de estudos com o objetivo de escrever artigos sobre os conteúdos da obra de Jung. A princípio nos reuníamos na universidade, os encontros eram quinzenalmente aos sábados. Realizávamos seminários sobre os capítulos do livro Obras Completas Vol. VII e VIII. Depois de um ano novas idéias foram surgindo e decidimos transformar nossos estudos num livro. Ao todo foram quase 2 anos de pesquisa.

JF – Jung - um caminhar pela psicologia analítica, é indicado para todo tipo de público ou somente estudiosos da psicologia?

SSEste livro é indicado para quem estuda psicologia e tem interesse em conhecer sobre Jung, e, também para todas as pessoas que queiram saber um pouco mais sobre a natureza da psiquê segundo o olhar junguiano. O livro traz conceitos básicos que foram desenvolvidos por Jung em suas obras completas. Queremos mostrar um olhar sobre o homem, seu universo psíquico onde possa reconhecer sua ‘persona/sombra”, saber sobre os arquétipos, mitos e imagens arquetípica, e mais, saber que isso faz parte do desenvolvimento de sua personalidade. Conhecer o que Jung chama de processo de individuação, ou seja, conhecer-se a si mesmo - auto-conhecimento. Trazemos conteúdos que possibilita pensar e entender que viver é um processo e, melhor será viver se pudermos ter consciência de quem somos e o que fazemos de nós e do mundo.


JF – Sendo este o seu primeiro trabalho, qual a expectativa para o lançamento na próxima sexta-feira?

SSEspero que os amigos compareçam para brindar conosco esta vitória. O lançamento é um ritual de passagem, é como se fosse um “filho”, esperado e cuidado até a hora do nascimento, agora no lançamento, compartilhamos nosso “filho”, que vai para as mãos de várias “amas” – nossos amigos. O homem tem seus símbolos, este é um dos meus. Convido a todos para caminhar pela psicologia analítica através destes pequenos passos. Penso que será um bom encontro. Pessoas sensíveis vão estar lá vibrando pelo melhor. Conto com isso! Conto com você!

JF – Pode contar. Tem planos para novas publicações?

SS - Sim, já estou escrevendo e espero brevemente estar aqui, participando com você numa nova entrevista.

terça-feira, 11 de novembro de 2008

Jung - um caminhar pela psicologia analítica


Nosso intento é compreender a vida da melhor maneira possível, tal como ela se manifesta na alma humana” (Jung,O.C.Vol.XVII§172).


Gostaria de convidar todos os amigos e leitores de Acabou o caviar?, para o coquetel de lançamento do livro Jung - um caminhar pela Psicologia Analítica, organizado pela minha amiga Sandra Regina Santos, na próxima sexta-feira, dia 14, a partir das 18h00 na Livraria Argumento - Rua Barata Ribeiro, 502 - Copacabana.



Resumo: Jung – um caminhar pela Psicologia Analítica foi pouco a pouco sendo tecido com o cuidado de elaborá-lo em uma linguagem mais didática e introdutória, em virtude da abrangência e da erudição da obra de Carl Gustav Jung. A finalidade foi despertar no leitor o interesse no aprofundamento dos estudos junguianos. Organizado em seis capítulos, inicialmente apresenta os conceitos estruturantes e dinâmicos da psiquê. Contempla alguns conceitos fundamentais, como arquétipo do herói, inconsciente coletivo e pessoal, anima/animus, sombra/persona, ego/self, energia psíquica, teoria de Eros, função transcendente, dentre outros para familiarizar o leitor. Apresenta o estudo do Processo de Individuação, onde se buscou deixar a noção do que Jung quer dizer com o processo de desenvolvimento da personalidade. Por fim, procura dar noções gerais da Clínica, abordando o método sintético ou construtivo.

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

feijoada no salgueiro


(quadra do Salgueiro lotada na feijoada do último domingo)

Faltam 4 meses para o carnaval 2009, mas as quadras das escolas de samba do Rio de Janeiro já estão bombando. Desde julho as escolas começam a se organizar para escolha dos sambas enredo, além disso tem as famosas feijoadas que fazem a alegria dos foliões, união do samba com um dos pratos mais tradicionais da cozinha carioca. Convidado pela Rosane Machado, visitei o Salgueiro no último domingo e me esbaldei.

(esta dupla não perde uma feijoada)
Como muita gente sabe, eu sou Portela desde os tempos de criança, mas meu coração é democrático e bate por outras agremiações como o Salgueiro, por exemplo. A vermelha e branca da Tijuca tem como lema "não ser pior, nem melhor, apenas uma escola diferente", e põe diferença nisso, com sua garra e muita energia, componentes simpáticos, sempre sou muito bem recebido no Salgueiro. Por sinal, guardo uma óitima lembrança do ano de 1993, quando o Salgueiro venceuo carnaval com um samba que arrebatou o sambódrono em : Explode coração! Na quarta-feira de cinzas, após o resultado fui direto para a quadra, que estava lotada e só saí de lá na madrugada da quinta-feira, bons tempos...
Para o carnaval 2009 o enredo é sobre o Tambor e o Salgueiro promete.

Quem quiser saber mais novidades da escola tijucana pode visitar o site www.salgueiro.com.br


(curtindo de camarote)




(muito samba no pé)
Aviso aos Portelenses, sábado 6 de dezembro a feijoada é em Madureira!

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Eu usaria, e você?

Em algum lugar deste mundo, alguém criou um banheiro público assim:

Do lado de fora, o vidro é todo espelhado e ninguém vê nada do que acontece lá dentro...




Mas do lado de dentro, é todo transparente e dá a impressão de que você está fazendo suas necessidades em público!



E aí, gostou da novidade? Você usaria um banheiro transparente desses?

domingo, 2 de novembro de 2008

saudades da época que não vivi

Hoje pela manhã, recebi e-mail de um amigo contendo um vídeo do ano de 1964, com imagens do cantor italiano Bobby Sollo, interpretando a canção “Una lacrima sul viso”. Assistindo ao vídeo, lembrei da minha mãe e das suas histórias de juventude, dos programas de auditório e do Festival de San Remo - um festival que faz sucesso até hoje – que revelou muitos sucessos. Minha mãe fazia um álbum com recortes dos ídolos da sua juventude, tais como Rita Pavone, Gigliola Cinquetti, entre outros astros e estrelas. Como disse meu amigo em seu e-mail “Naqueles tempos a gente ouvia canções em italiano, em francês e também em inglês. Muito diferente da infeliz dieta monoglótica de hoje...” De fato, era a coisa mais comum nas rádios brasileiras naquela época.
Minha mãe curtiu muito a sua juventude, ouvindo rádio, indo aos programas de auditório e antenada com os ídolos da época. Numa reapresentação do filme “Dio, come ti amo”, me carregou para o cinema. Era a chance para que eu pudesse conhecer as músicas das quais ela tanto falava e, obviamente, ver Gigliola Cinquetti, a italianinha que arrebatou o público no Festival de San Remo de 1964 com a canção “Non ho l’età”, com apenas 16 anos de idade e que estrelava a produção.
Encontrei 3 vídeos que ilustram bem a alegria daquela época. São imagens do Festival de San Remo de 1964, com Gigliola Cinquetti e Bobby Solo e o último vídeo é de Rita Pavone, um ícone da juventude na época.

Gigliola Cinquetti - 1º lugar no Festival de San Remo 1964 – “Non ho l’età”




Bobby Sollo – Festival de San Remo 1964 – “Una lacrima sul viso”




Rita Pavone – "Datemi un martello" - 1964