quem escreve

Minha foto
Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Carioca, apaixonado pelo Rio de Janeiro, apreciador das artes, das viagens e das pessoas que têm algo a dizer.

domingo, 28 de novembro de 2010

O Barbeiro de Sevilha

Na última quinta-feira (25/11) fui conferir a montagem de "O Barbeiro de Sevilha", ópera bufa do italiano Gioacchino Rossini, encenada pela Cia Brasileira de Ópera do Maestro John Neschling.

Depois de rodar o Brasil, passando por 14 cidades, a Cia terminou a turnê no Rio de Janeiro na última semana. A Cia Brasileira de Ópera é um projeto inédito que pretende criar um quadro estável de cantores, maestros e técnicos para compor a primeira formação lírica permanente no Brasil. O diferencial da Cia está na facilidade de deslocamento das produções. Assim, muitas cidades que nunca assistiram espetáculos dessa grandeza, passarão a ter acesso a produções de qualidade.

"O Barbeiro de Sevilha" é uma das óperas cômicas mais populares da história da ópera. As situações vividas pelos personagens são hilárias e é impossível guardar o riso.

Para esta montagem foram utilizados recursos tecnológicos nunca antes utilizados. Os cenários são projetados numa tela e os personagens da ópera contracenam com animações. Podemos chamar esta montagem de uma "ópera muito animada". A par dessa novidade, a música de Rossini é o que interessa. Deliciosa melodia que cativa o público do início ao fim. A orquestra, muito bem conduzida pela batuta de John Neschling, era pequena, mas muito competente. No dia 25, os protagonistas eram Homero Velho (barítono) no papel de Figaro; Federico Lepre (tenor) como Conde D'Almaviva; Luísa Francesconi (mezzo-soprano) interpretando Rosina e Pepes do Valle (baixo) Bartolo. Como coadjuvantes Gianluca Breda, Luisa Kurtz e Guilherme Rosa. O elenco era muito bom, vozes bem afinadas que serviram muito bem à musica de Rossini. Porém, cabe destacar a interpretação do tenor Federico Lepe no simpático papel do Conde D'Almaviva. Além de excelente cantor Federico tem ótima presença de cena e diverte a platéia no ótimo dueto "pace e gioia sia con voi". Igualmente, o trabalho de Luisa Francesconi merece reconhecimento, seu desempenho vocal é excelente. Não podemos esquecer que esta ópera exige muito da mezzo-soprano e Luisa fez seu papel com perfeição.

Nesta montagem, cheia de novidades, tiraria o excesso de animação, que por muitas vezes nos distanciava da música. Entretanto, como esta foi a primeira apresentação que assisti dessa ópera de Rossini, posso dizer que valeu à pena. Aliás, valeu muito, até porque naquela quinta-feira (25/11) o clima estava pesado e só a música de Rossini para amenizar um pouco. É como gosto tanto de dizer: " ARTE alimenta a alma" e o espetáculo da Cia de Ópera Brasileira foi um bom alimento.

sábado, 27 de novembro de 2010

Ah, meu Rio

Como carioca, apaixonado pelo Rio de Janeiro estou muito triste com os acontecimentos dos últimos dias. Todavia, tenho confiança no tabalho das autoridades. Não sou expert em segurança pública e não posso dizer se esta ou aquela ação foi bem empregada. Como cidadão reconheço e parabenizo a ação das Polícias em conjunto com as Forças Armadas. São bravos soldados que lutam para defender uma população que não merecia passar por isso. A cidade sempre foi partida e agora está esfacelada, mas resiste. Há um grande sentimento de esperança no ar. O Rio vai vencer!
Apesar da situação caótica e dos ataques eu não alterei a minha rotina: trabalho, curso e duas saídas para ir ao Teatro Clara Nunes na terça, quando fui conferir a ótima "O Matador de Santas" e na quinta-feira para assistir a ópera "O Barbeiro de Sevilha" no Theatro Municipal. E a VIDA SEGUE.

domingo, 21 de novembro de 2010

Campanha Teatro Para Todos

Começa no dia 23 (terça-feira) a 8ª edição da campanha Teatro Para Todos. Serão disponibilizados 90000 ingressos para 56 espetáculos, entre adulto e infantil. Os preços continuam os mesmos do ano passado, ou seja de R$ 5 a R$ 25. Os ingressos só poderão ser comprados para a semana do espetáculo e limitados a 4 entradas por CPF e por espetáculo. A compra dos ingressos pode ser feita no Quiosque fixo da Cinelândia, Quiosques Americanas.com, Postos BR, Postos Shell, pelo site www.ingresso.com , além do televendas 4003-2330.

Para consultar as peças que estão na campanha deste ano, saber os preços e mais informações sobre os pontos de vendas clique aqui.

Bom espetáculo para todos!!!!

Maria do Caritó

Depois de viver tantos dramas nas últimas novelas da Rede Globo, a atriz Lília Cabral resolveu dar um basta na tristeza e cair dentro de uma comédia. Encomendou texto com o dramaturgo Newton Moreno e chamou João Fonseca para a direção, além de amigos queridos como Fernando Neves, Leopoldo Pacheco, Silvia Poggetti e Dani Barros para acompanhá-la nesta empreitada. O resultado não poderia ser melhor. Um bom texto, divertido e com bons atores.
A história de Maria do Caritó pode até parecer absurda, mas não está longe da verdade. Maria está prestes a completar 50 anos e ainda não casou. Continua virgem e assim, faz promessas a Santo Antonio para conseguir um marido, pois não quer "ficar no Caritó". A propósito, a palavra "caritó" tem diversos significados: "prateleira, lugar onde as mulheres deixam carretel e linha, fora do alcance das crianças"; "casa pobre"; "gaiola pra prender caranguejos" e também "solteirona, a que não se casou". Eu conheço essa palavra, bem como a expressão "ficar no caritó" por conta de um baião cantado por Dolores Duran.
O problema é que Maria é considerada uma Santa, pois sobreviveu ao parto. Seu pai a prometeu a São Djalminha e toda a cidade acredita que a moça faz milagres. O pai de Maria sustenta essa fama e ganha dinheiro vendendo um elixir a base do suor da filha. Nada mais hilário. E Maria persiste na sua luta, enfrentando a tudo e todos na busca da sua alma gêmea. Se ela consegue? Isso eu não conto e você deverá ir conferir no Teatro.

João Fonseca tem sido aclamado por diversos espetáculos que dirige e não podemos fugir ao óbvio: conduz mais um com muito brilho e criatividade. O tom circense da peça é evidente desde o princípio, com os atores apresentando o espetáculo, elenco e técnicos com os nomes escritos em faixas de tecido. O clima é alegre e o riso garantido.
O elenco é muito competente. Lilia Cabral ganha a platéia com a composição dessa mulher solteirona, à beira dos 50 e à procura do amor. Os demais atores se revezam em diversos papéis. Leopoldo Pacheco, Silvia Poggetti, Dani Barros e Fernando Neves tem ótimas atuações e divertem o público. Sintonia total do elenco.
Maria do Caritó é puro entretenimento e mostra a beleza do Brasil profundo, desses cantinhos do Nordeste onde ainda resistem certas tradições e costumes. E por mais absurdo que possa parecer ainda existem muitas Marias que não querem ir para o Caritó.
****
Anote:
Onde: Teatro dos Quatro - Shopping da Gávea
Quando: Qui a Sáb: 21h30 Dom - 20h30
Quanto: de R$ 60 a R$ 80

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Conversando com Mamãe

No programa da peça "Conversando com Mamãe", a atriz Beatriz Segall diz que "o Teatro é uma cachaça. A gente se embriaga com essa arte que nos faz viver muitas vidas, numa troca de emoções." Eu também posso dizer que não largo essa cachaça, esse vício que me dá prazer e me emociona, sempre. A Arte tem esse poder transformador. É no Teatro que saio da minha realidade e retorno à ela diferente. E mais uma vez o Teatro me proporcionou um pequeno momento de felicidade e muita reflexão.
"Conversando com Mamãe" é uma adaptação do filme homônimo do argentino Santiago Carlos Oves. Vi este filme há menos de um ano, em DVD e o achei excelente. Quando soube dessa versão para o teatro fiquei bastante curioso. A versão de Jordi Galcerán ganhou tradução de Pedro Freire, direção de Susana Garcia e Herson Capri que também atua ao lado de Beatriz Segall.
O espetáculo conta a história de Jaime e sua Mamãe, que vivem em mundos opostos. Ele tem família, filhos e uma vida confortável. Ela, aos 82 anos, vive só e leva uma vida bem simples. Quando Jaime é demitido da empresa em que trabalha, se vê em meio a dívidas e precisa de dinheiro. A única saída: vender o apartamento da mãe. Mas a grande surpresa é que ela tem um noivo, Gregório, 13 anos mais novo, com quem pretende se casar e continuar morando neste apartamento. Enfim, uma situação delicada e desconfortável. Mas a Mamãe tem muito a conversar com seu filho, que após o episódio da demissão, se aproxima da sua mãe. De visita em visita, Jaime vai aprendendo cada vez mais com sua mãe, que o surpreende com suas tiradas e a uma sabedoria que só as mães tem. Os diálogos são primorosos, com humor leve e sempre cheio de emoção. Tudo se passa no apartamento da Mamãe.
O espetáculo conta com uma ficha técnica experiente: Marcos Flaksman criou um cenário com a simplicidade na medida, que retrata a modéstia do apartamento da Mamãe. Um detalhe que me chamou atenção foi o fato de algumas paredes estarem com a pintura gasta, totalmente de acordo com o padrão de vida da personagem. Além disso, o cenário conta com uma cozinha montada com geladeira, fogão, pia e armários. impossível não se sentir aconchegado naquela casa. Kalma Murtinho, cujo trabalho dispensa comentários, fez figurinos corretos. A música de Alexandre Elias, assim como a iluminação de Paulo César Medeiros, complementam com bom gosto este belo espetáculo. A direção é de Susana Garcia, esposa do ator Herson Capri. Juntos conceberam um espetáculo sensível e emocionante. Herson Capri interpreta Jaime, o filho. O ator compôs o personagem na medida certa, sem exageros e tem ótimo desempenho. Beatriz Segall arrebata a platéia com essa mamãe de 82 anos (a atriz está com 84!), alegre, generosa e muito amorosa. A personagem cativa a todos com suas frases engraçadas e cheias de sabedoria. Tudo isso mérito dessa dama do nosso Teatro, que está em plena forma e cheia de vigor. Beatriz Segall brinda o público com uma atuação irrepreensível.
"Conversando com Mamãe" vai emocionar as mães e os seus filhos e, certamente, levá-los à muita reflexão. Ao final do espetáculo, não pude conter a minha emoção e as lágrimas que caíam dos meus olhos.
*****
Anote:
Onde: Centro Cultural Correios
Quando: Qui a Dom, às 19h. - Até 19 de dezembro.
Quanto: R$ 20

sábado, 13 de novembro de 2010

Yo no creo en brujas, pero que las hay, las hay!

Eu não sou supersticioso. Mas não deixo de recitar o Salmo 91 quando o bicho tá pegando. Aliás, deveria ter feito esta leitura santa ontem, dia 12/11. Que dia! Tudo começou quando liguei para certa operadora de telefonia celular. Foram apenas duas e quarenta e cinco minutos ao telefone falando com todos os atendentes, ouvindo "eu vou esta transferindo" ou "o senhor vai estar aguardando...". Finalizado o assunto, depois de repetir ad nauseum os dados da empresa, o número do celular, recebi um e-mail com a solução. Ufa!
Saí do trabalho e parti para o Theatro Municipal para comprar ingressos para "O Barbeiro de Sevilha". Tudo lotado, poucos lugares bons. Faltavam 5 minutos para a bilheteria fechar. Precisava ligar e confirmar com as pessoas, não encontrava ninguém no celular. Para não ter problemas e com a cara amarrada do bilheteiro, resolvi ir embora. Decidi comprar os ingressos no sábado (hoje) pela manhã e com mais calma. Saí do Theatro e lembrei que estava sem um tostão. Não me preocupei pois no caminho iria passar em frente à agência do meu banco. E quando lá cheguei a porta estava fechada, sei lá o porquê. Só vi os guardas fazendo sinal que não podia entrar. Continuei minha saga até chegar ao CCBB onde encontraria uma pequena fila nos caixas, mas ao menos consegui pegar meu dinheirinho. Retornei à casa e constatei que não havia feito um pagamento. Vesti uma bermuda e parti para o caixa eletrônico de outro banco que tenho conta. Resolvi ir na agência que fica perto de um mercadinho perto de casa. Adivinhem? A porta estava quebrada e ninguém tinha como entrar. O jeito seria ir no outro caixa eletrônico que fica no Largo do Machado. Antes, porém, passei no mercadinho para comprar meu pão coberto de queijo provolone. Cadê o pão? Tinha acabado. Lá fui eu para o banco. Comecei o longo processo para fazer o pagamento, digita senha duas vezes, passa o boleto no leitor e nada. Passei de novo. Nada. O jeito era digitar o quilométrico código de barras. Foram três tentativas e a mensagem: "o código está incorreto". Eu estava a ponto de quebrar a máquina, até que resolvi colocar muitos zeros após o último número do código que estava no boleto. Pronto, consegui. Pergunta: Por que emitem boletos sem os zeros que completam o código???. Como estava perto de um mercado, resolvi entrar e comprar o almoço de sábado. Na hora de pagar a compra com o mesmo cartão que acabara de utilizar, a moça do caixa diz: "a senha está incorreta. Tente de novo, senhor". Digitei e a mocinha já com sorriso irônico disse "tá errado, o senhor só pode digitar mais uma vez". Como estava errado? foi o mesmo cartão que eu havia usado para pagar a conta no banco. Sem querer perder o resto de calma, peguei outro cartão e paguei. Saí dali e lembrei que precisaria de cerveja preta. Ia fazer aquele picadinho com cerveja preta. Entrei em outro mercado, peguei a cerveja. Fui direto para o caixa que estava vazio e vi a placa "caixa fechado". Segui para outro caixa, onde havia apenas uma pessoa que já estava pagando as compras. E assim do nada, a atendente me diz "Meu querido, por que você não paga ali no outro caixa, tá aberto". Aí já era demais, falei: "O caixa está fechado e quer saber não vou levar nada!". Que dia!

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Deus da Carnificina

Já faz bastante tempo que não escrevo uma linha sobre teatro. Se não me engano, acho que a última vez foi sobre "A Loba de Rayban". Este hiato provocado por uma série de razões chegou ao fim e, aos poucos, vou retomando o velho hábito de frequentar as salas da cidade. Na última quinta-feira, fui conferir a premiadíssima "Deus da Carnificina", peça da francesa Yazmina Reza, em cartaz no Teatro da Maison de France.

Yazmina Reza é argelina, radicada na França e faz grande sucesso com seus textos mundo afora. Um dos grandes sucessos dessa autora foi o espetáculo "Arte" que foi montado em diversos países, inclusive no Brasil. O último espetáculo da autora montado aqui foi "O Homem Inesperado" com Paulo Goulart e Nicette Bruno, igualmente um sucesso. Agora, temos o prazer de assistir "Deus da Carnificina". Nesta peça dois casais adultos e civilizados se encontram para resolver um incidente protagonizado por seus filhos pequenos. Um deles quebrou dois dentes do outro em uma briga na praça. Nada que os pais não possam resolver. Mas, às vezes o que será que pode acontecer nesse encontro?

Chamada de comédia dramática, esta peça provoca o espectador o tempo todo. É como se fosse colocado um grande espelho no palco. As ações dos personagens refletem na platéia. Impossível não se reconhecer em algum momento. O espetáculo tem direção do competente Emílio de Mello, ótimo na direção de atores. Afinal, "Deus da Carnificina" é um espetáculo de atores. Digo isso, porque muitos diretores são mais encenadores, estão preocupados com o lado plástico, com cenários, música etc etc. Claro que tudo isso está na peça: figurinos corretos, boa luz, cenário funcional, ótima música. Porém, o principal elemento deste espetáculo é o ator. E ali Emílio de Mello tem gente muito boa: Débora Evelyn, Julia Lemmertz, Orã Figueiredo e Paulo Betti. Os quatro atores têm um desempenho tão bom que seria injusto eleger o melhor da noite. Cada um tem o seu momento e o brilho é igual. Achei isso um acerto da direção.

Vale a pena assistir "Deus da Carnificina", um espetáculo simples, que faz pensar e nos dá o prazer de ver tão boas atuações, num texto delicioso.

*****

Anote:

Onde: Teatro Maison de France - Av. Pres. Antonio Carlos, 54 - Centro

Quando: Qui a Sab (21h) - Dom (19h)

Quanto: R$ 60 a R$ 80

sábado, 6 de novembro de 2010

O rio de Adriana Pessoa

A melhor recompensa para um blogueiro é ler os comentários dos seus leitores. Melhor ainda é saber que um dos posts publicados transmitiu ao leitor um pouco de alegria e mexeu com suas lembranças. Foi exatamente isso que aconteceu com a leitora do Blog Adriana Pessoa, que enviou um e-mail depois de ter lido o post sobre o Rio Danúbio. Abaixo, publico integralmente o e-mail da Adriana, que me deixou muito feliz.

"Jorge
gostei tanto do seu post sobre o Danúbio, que resolvi lhe enviar essas fotos do "meu" rio: o Rio Santo Antônio. Ele está a aproximadamente 160 km de BH (no local da foto). Essas fotos são em frente a nossa fazenda no interior de Minas. Foi lá que vivi até os 7 anos, e é o lugar que mais amo nesta vida. Amo também Paris (motivo do nosso encontro virtual), e tantos outros lugares mundo afora, mas é para a minha fazenda que sempre quero voltar!!
Abraço,
Adriana"

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Viena

Meu desejo de conhecer Viena começou quando li uma reportagem em um caderno de viagens de um jornal. A matéria sugeria conhecer Budapeste e Viena, pois eram próximas e quem visitava uma não poderia deixar de visitar a outra. Fiquei empolgado e fui organizando o roteiro. E acrescentei Praga, Karlovy Vary, Paris, Annecy, Lyon. Enfim, um mega roteiro e 30 dias para fazer tudo isso. Quando viajo gosto de dar notas para cada cidade visitada. Saí de Budapeste encantado, fascinado pela grandeza e pela beleza do Danúbio. E estava ansioso para conhecer Viena. Cheguei e achei a cidade correta, porém fria. No meu diário de viagem anotei: "...é uma beleza gelada, falta alma, aquele 'je ne sais pas quoi'. Assim, Viena atinge 8,987 no meu ranking."

Será que fui radical? No entanto, gostei de tudo que vi e fiz em Viena e destaquei no meu diário "a ópera, os teatros, museus, centros culturais, cafés maravilhosos". Este é o último post da série sobre Viena e escolhi algumas fotos que mostram um pouco mais dessa cidade. Devo confessar que estes posts me fizeram rever a nota que dei e ter um outro olhar sobre a cidade. Além disso, o desejo de retornar aumenta a cada dia! E mais, devo acrescentar: Viena é o retrato fiel do que imaginamos como cidade de primeiro mundo. A Europa que idealizamos. Tudo lá é perfeito e funciona.

Próximo ao hotel onde me hospedei - Ibis Westbahnhof - fica este prédio com a fachada toda decorada.

Muitos museus e arte espalhada por todos os lados.

Eu visitei museus, mas também encontrei tempo para uma boa cerveja, como esta Güsser preta, muito saborosa.

Uma passada para visitar o Museu Freud


Um momento descontraído com esta estátua viva de Mozart. Os artistas estão por toda parte e divertem os turistas.


O Parlamento Austríaco. Prédio de arquitetura imponente com belas esculturas. Foi um impacto. Aliás foi em frente a este prédio que encontrei a Patrícia.

Homenagem dos vienenses ao seu maior compositor: Mozart. A estátua fica atrás do prédio da Biblioteca.

Um brinde à Viena! Com sua melhor cerveja, e até breve!