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Carioca, apaixonado pelo Rio de Janeiro, apreciador das artes, das viagens e das pessoas que têm algo a dizer.

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Chopin & Sand - Romance sem palavras

No ano passado o mundo celebrou os 200 anos do compositor polonês Fryderyck Chopin, este gênio do Romantismo. Sua obra rica e intensa conquistou fãs mundo afora. Dos quase 40 anos que viveu, pelo menos 10 deles Chopin este envolvido numa relação amorosa com a escritora francesa George Sand (pseudônimo de Amandine Aurore Lucile Dupin - baronesa Dudevant). E é baseado nas correspondências do compositor que Walter Daguerre preparou o texto de "Chopin & Sand - Romance sem palavras".

Fúria, amor, vaidade e melancolia estão presentes na música e na  vida do compositor. O espetáculo apresenta as dimensões da bipolaridade do sentimento humano do século XIX e sugere novas descobertas e reflexões do homem contemporâneo, que continua na imensa solidão. A relação de Chopin e Sand é cheia de altos e baixos, marcada pela força da escritora, mais velha e objetiva e a fraqueza do compositor, jovem e dependente. Neste espetáculo, com direção da competente Jacqueline Laurence tudo é bem realizado e cuidado. O cenário abriga dois pianos de cauda, uma escrivaninha, cama, entre outros objetos que servem aos diversos lugares por onde passam os personagens. A iluminação contribui de maneira significativa e dá o clima ideal para os momentos tensos da vida de Sand e Chopin. Tudo isso com acompanhamento musical da renomada pianista que interpreta obras de Chopin ao vivo, o que traz ainda mais brilho ao espetáculo. A diretora conduz tudo com extrema delicadeza e consegue dos seus atores bons rendimentos.

Françoise Forton tem a força e objetividade da escritora George Sand, uma mulher a frente do seu tempo. Uma figura "antenada" na Paris do século XIX. George Sand, além do sucesso com os romances, chamava atenção pelo seu gosto em vestir peças masculinas. A atriz passeia pelos diversos momentos do espetáculo com o tom certo, uma interpretação de muita qualidade e delicadeza. Marcelo Nogueira desempenha muito bem o papel de Chopin, interpretando com muita dignidade o compositor polonês, um gênio com todas as dúvidas, questionamentos, dores e conflitos da alma. Além disso, Marcelo - que tem formação em Piano - toca várias peças do compositor de maneira brilhante. Enfim, "Chopin & Sand - Romance sem palavras" vai agradar a todo tipo de público. Sejam os amantes do teatro, sejam os amantes da boa música. É um espetáculo de rara beleza, com ótima direção e excelentes atuações e que contribui muito para a cena teatral carioca, além de oferecer ao público a chance de conhecer parte da história desse talento que foi Chopin.
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Anote
Onde: Centro Cultural Correios
Quando: de quarta a domingo, às 19hs (até 20 de março)
Quanto: R$ 20
Atenção: Após temporada no Rio (provavelmente até  junho), o espetáculo irá para São Paulo e Brasília.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Mais um Encontro da Troupe Carioca

"Aqui é onde estão os meus amigos.
Em volta da mesa.
Onde a comida e a bebida são apenas detalhes.
Onde o alimento é o sorriso.
Sem pressa e sem regras.
É um quintal, com sabor de colo de mãe."
(Antonio Ricardo)

Foi assim que fomos recebidos na casa da Alessandra e do Antonio Ricardo no último sábado (19/02), com carinho e poesia para mais uma reunião da Troupe Carioca. Vocês já sabem a história: nos conhecemos no Blog Conexão Paris,  passamos o Réveillon juntos e agora nos encontramos aqui no Rio para colocar o papo em dia, comer & beber,  e rir muito...
Nossos anfitriões capricharam. Antonio Ricardo  nos brindou com um cardápio de comer de joelhos - não dá para fugir desse clichê - estava bom demais! 

Sorte ter um pé de quiabo em casa. 

Chef Antonio Ricardo em ação...

... e a gente também, providenciando a bebida.

Alessandra, Eu e Fabi

Carol não resistiu e veio brindar conosco

Menu degustação do Chef 

Antonio Ricardo elaborou um cardápio leve, gostoso e com ótimo visual. De comer com os olhos e de joelhos!
Ceviche tropical
Camarões cozidos ao molho de curry, maçãs verdes e prosecco, com salda de melancia, rúcula e hortelã
Medalhão de salmão ao molho de gengibre e mel em crosta de areia e caldo floral
Coxa de frango em cubos, grelhadas no alecrim e mostarda com batatas rústicas
Dueto mineiro em cama de aipim e queijos

Foi unanimidade: nota Dez! A sobremesa estava igualmente deliciosa e foi batizada com um nome bem sugestivo: "Frutas ébrias". E, justamente por isso, eu já estava quase um ébrio e esqueci de fotografar...rs

A Troupe

Eu, Bia Moreno, Carol e Fabi

O Chef Antonio Ricardo e Eu
Alessandra, Eu, Fabi e Helô
Debbie, Eu e Alessandra

Um grande brinde aos anfitriões!

Troupe reunida - no centro está o João (marido da Helô) que não havia aparecido nas fotos.

PH (esse garoto é demais!), Antonio Ricardo e Alessandra


Seria chover no molhado falar que esse Encontro foi bom. Só para vocês terem uma ideia, marcamos o almoço por volta de 14h00 e saímos de lá quase às 23h00... Por isso tudo e muito mais, queremos agradecer o carinho e a gentileza dos nossos queridos Antonio Ricardo e Alessandra, que abriram a casa e o coração para nos receber. E até o próximo!!!


segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Temporada 2011 - Theatro Municipal

Não dá para soltar fogos de alegria, mas também não é motivo para lamentação. De março até dezembro o público poderá conferir  3 Concertos, 4 Ballets e 4 Óperas. É muito pouco para um ano inteiro. E pensar que já assisti três óperas em menos de 20 dias, sendo duas na mesma semana. Mas isso é outra história. Por enquanto, o jeito é se conformar e esperar que um dia possamos ter orgulho da nossa programação. Acho que o Rio merece.
Vejam o que está programado:

Concertos
- Música e Imagem - Metropolis  (de 17 a 19 de março)
- Grande Missa em Dó Menor - de Mozart (de 2 a 3 de abril)
- Música e Imagem - Noite Italiana no Cinema (de 13 a 14 de agosto)

Ballets
- Giselle (de 14 a 24 de abril)
- Gala Roland Petit (de 9 a 19 de junho)
- Romeu e Julieta (de 6 a 16 de outubro)
- O Quebra-Nozes (de 16 a 30 de dezembro)

Óperas
- Lucia di Lammermoor (de 14 a 22 de maio)
- Nabucco (de 21 a 30 de julho)
- Tosca (de 10 a 18 de setembro)
- O Castelo de Barba Azul (de 3 a 10 de dezembro)

Mais informações: (21) 2332-9191 ou clicando aqui .

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Brasil 70, musical

Quando recebi o convite para assistir "Brasil 70, musical", confesso que não fiquei muito entusiasmado. Existe um musical sendo produzido a cada segundo e nem sempre tem muita qualidade. Mas, lá fui eu conferir o espetáculo acompanhado por Claude e mais dois amigos. Já com o programa na mão, começamos a ver o roteiro das canções e nos pareceu interessante. As luzes se apagam e o espetáculo vai começar. No pequeno palco entram os músicos Anna Botelho (vioão), Hugo Chiaradia (teclados) e Felipe Cruz (percussão), em seguida os atores com os figurinos anos 70. Daí em diante uma grande surpresa para mim e para o público. Uma das atrizes diz que a proposta não é contar nenhuma história, mas sim fazer uma viagem no tempo através da música dos anos 70, com aquele visual colorido e o astral da turma "prafrentex".
Diante dessa proposta o público inicia uma viagem com o roteiro elaborado por Márcia Santos - além de atuar, Márcia dirige o espetáculo em parceria com Alice Borges -  com as canções chaves da década de 70 que fizeram e ainda fazem sucesso até hoje. Mesmo quem não viveu aquela época reconhece as canções. Algumas foram regravadas por astros pop da atualidade, como por exemplo, "Coroné Antonio Bento" de Luiz Wanderley e Antonio Vale; regravado por Cássia Eller e "Ando meio desligado" / Top Top" de Rita Lee/Mutantes e Arnolpho Lima Filho; também regravada por Cássia Eller e pela Banda Pato Fu. Além das 18 canções, o grupo canta um pout-pourri com temas de novelas e programas da televisão como "Fantástico". Mais Túnel do Tempo impossível.
O espetáculo é despretensioso e despojado. Os figurinos são bonitos e os atores cantores - Helga Nemeczyk, Marcelo Báfica, Márcia Santos, Patrícia Ferrer e Ruben Gabira - dão conta do recado com vozes afinadas e muito bom desempenho vocal. Tudo muito bem acompanhado pelo excelente trio de músicos. Todos os números musicais são bons, mas vale destacar a interpretação de Patrícia Ferrer para a música "Hoje" de Taiguara, cheia de emoção e personalidade, bem como a apresentação da alegre "O Vira" (vira, vira, vira homem. Vira, vira, lobisomem), imortalizada pelo saudoso Secos e Molhados, executada pelo elenco com uma divertida coreografia e atuação hilária de Ruben Gabira. 
São 70 minutos de boa música e de muitas recordações. O espetáculo é contagiante e arrebatador. "Brasil 70, musical" pode não ser o melhor musical em cartaz no momento, mas é garantia de um ótimo programa, muito alegre, divertido e, acima de tudo, uma grande homenagem à Música Popular Brasileira.
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Anote:
Onde: Teatro Café Pequeno (Leblon)
Quando: Sex e Sáb (21h30). Dom (20h30) - Até Março
Quanto: R$ 30

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

R & J - Juventude Interrompida

Dizem que os clássicos são eternos e isso ninguém duvida. E quando resolvem modernizar um pouco o que é clássico? Muita gente torce o nariz, diz que é falta de respeito, isso aquilo etc e tal. Benditas modernidades e diretores ousados. Só assim temos a oportunidade de ver bons espetáculos, onde a criatividade impera no meio da simplicidade. Coisa rara nos dias de hoje. Todo esse lero-lero é para falarmos um pouco de "R & J - Juventude Interrompida".

Romeu e Julieta ganhou uma adaptação escrita pelo americano Joe Calarco que vem fazendo grande sucesso. Aqui no Brasil o texto foi traduzido por Geraldo Carneiro e a montagem é dirigida por João Fonseca.
O espetáculo se passa em uma escola católica conservadora, onde 4 alunos exploram o texto clássico de Shakespeare como uma fuga da repressão em que vivem. E assim, passam a brincar com a montagem, representando os diversos personagens da trama.

A encenação de R & J é bem despojada. No cenário, bem simples, apenas um círculo de madeira, mesas e cadeiras da escola. O figurino de Ruy Cortez é bem adequado e igualmente simples. O que chama a atenção mesmo é o trabalho da direção de João Fonseca que conduz o espetáculo de maneira brilhante, com boas marcas e obtendo um ótimo rendimento dos quatro jovens atores.

E é esse elenco tão jovem e tão talentoso que torna "R & J - Juventude Interrompida", um espetáculo imperdível. Felipe Lima, João Gabriel Vasconcelos, Pablo Sanábio e Rodrigo Pandolfo estão muito seguros em cena e atuam em harmonia. Mas não podemos deixar de falar do trabalho de Rodrigo Pandolfo, cuja composição para a personagem Julieta está, simplesmente, magistral. Sua atuação é sensível, delicada, sem exageros ou trejeitos. Geralmente, homens interpretando papéis femininos estão diante de uma armadilha: a caricatura. Mas Pandolfo faz da sua Julieta uma personagem amável, apaixonada, numa interpretação irrepreensível. O que aliás não chega a ser surpresa, uma vez que o ator brilhou na montagem de "O Despertar da Primavera". Da mesma forma, Pablo Sanábio é uma grande revelação. Com graça e talento compôs duas personagens com comportamentos e atitudes tão diferentes que parece até que são dois atores fazendo os papéis. A Ama de Julieta e o Frei Eusébio vividos pelo ator são maravilhosos. Não é à toa que é aplaudido em cena aberta. "R & J - Juventude Interrompida" é um sopro de juventude no clássico de Shakespeare e a certeza de que o Teatro continua nos surpreendendo com jovens talentos. Imperdível.

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Anote:

Onde: Teatro Gláucio Gil

Quando: Terças e Quartas às 21h (até 02 de março)

Quanto: R$ 20

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Vale a pena conhecer Roma?

Vocês devem estar perguntando se eu estou fazendo piada, não é? Depois de tantos posts, por que eu ainda faço essa pergunta? Só para dizer que vale a pena mesmo!

A Lupa Capitolina - do século V a.C, o símbolo mais antigo de Roma. Está no Palazzo dei Conservatori. Faz parte da lenda sobre a fundação de Roma. Os gêmeos Rômulo e Remo foram largados à deriva por seu tio mau e amamentados por uma loba. Os irmãos cresceram, fundaram povoados e tal qual Caim e Abel, Rômulo matou Remo em uma discussão, e sua Roma seguiu avante rumo à grandeza. E lá se vão mais de 2000 anos de história. Por isso tudo e muito mais, Roma merece e deve ser visitada.

Fontana di Trevi - joguei uma moeda e vou voltar!

A romântica ponte sobre o rio Tibre que leva ao Castelo Sant'Angelo - cenário do último ato da Tosca de Puccini.

Pequenos prazeres, tão simples

Não tive dúvidas: sorvete italiano! Apenas 2 Euros por dois sabores! Dá para acreditar nisso? Ao lado da Fontana di Trevi.

Os imigrantes indianos estão por toda parte vendendo as saborosas castanhas assadas. Além de gostosas elas aquecem as mãos. Nunca vi castanhas tão grandes. Ampliem para ver.

Essa fonte me fez viajar no tempo....

Andando pela ruas de Roma você verá muitos prédios como os das fotos abaixo, todos com uma marca original: a pátina do tempo - gosto dessa expressão que aprendi com a Inês.

Há quem não goste dessa "pátina do tempo", mas acho que é o que dá charme aos prédios. Além disso me dá uma ideia romântica, um pouco de aconchego. É isso. Roma é aconchegante e exatamente por isso é que deve ser visitada. Você vai se apaixonar.

E no meio de tanta história, tantas antiguidades um pouco de luxo.

Gostei de ter ficado hospedado nessa região, ao lado da Piazza di Spagna e no meio dessas lojas de grife. Bom para ver e ficar espantado com os preços das peças nas vitrines.

Eu costumo visitar as cidades e depois dar uma nota. São diversos itens que levo em consideração, sendo o principal deles a alma da cidade, se é fria, se tem o "je ne sais pas quoi", se faz sonhar, se dá vontade de voltar, etc. Roma tem esse "je ne sais pas quoi", faz sonhar, tem alma e personalidade. A nota é Dez! Com louvor!!!

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Roma - parte 10

A mala chegou!!!
Nem acreditei quando o concierge informou que minha mala havia chegado. Fiquei tão contente que abracei a mala. Foi um alívio. Foram cinco dias de espera.

Era o último dia inteiro em Roma e a previsão do tempo não era boa: nublado com possibilidade de chuvas. Mas como a sorte estava do meu lado, assim que saí do Hotel vi que o dia ia ser muito bom.

O céu azul e o sol brilhando dava um ar mágico à Piazza Spagna. Desde o primeiro dia que cheguei e vi esta praça me senti num cenário de cinema.

Esta é a famosa Scalinata di Trinitá dei Monti ou Scalinata di Spagna, como alguns preferem dizer. O fato é que sempre está cheia de turistas. Esta região é cercada de lojas de grife, restaurantes e salões de chá.

Piazza del Popolo. De todas as praças que visitei, acho que esta é uma das maiores. Muito próxima ao Hotel Condotti. Esta foto eu tirei na subida indo para a Villa Borghese. Descobri por acaso que a Villa Borghese ficava logo atrás dessa praça. É uma subida leve e em 10 minutos chegamos ao grande parque que é a Villa Borghese.

Este é o maior parque de Roma. Um lugar que merece ser visitado. Além da beleza dos jardins e fontes, existem museus e ótimos restaurantes.

É um passeio para um dia inteiro e de preferência na primavera ou outono. Acho que deve ser mais agradável. Vale a pena caminhar pelo parque, visitar os museus, parar para almoço e reservar umas 4 horas para a Galeria Borghese - uma jóia. Pode parecer exagero, mas 4 horas é o tempo ideal para ver com calma e apreciar cada detalhe da belíssima coleção dessa Galeria.

A Galeria Borghese está no Top 10 de Roma e visitá-la é uma obrigação - não gosto de falar isso, mas é a pura verdade. Em 1613 Scipion Francucci escreveu "esta Galeria, parece representar o teatro do Universo, um condensado de todas as maravilhas, e o charme do olhar humano". É isso e muito mais. Já estava encantado com a Capela Sistina, os Museus Capitolino, o Palazzo Farnese, mas a Galeria Borghese foi o arrebatamento. Uma coleção de pintura fantástica com quadros das diversas escolas dos séculos XVI ao XVII, com destaques para Raphaël, Caravaggio, Ticiano, Rubens. Sem falar das esculturas de Canova e Bernini. Toda essa coleção pertenceu ao Cardeal Scipione Borghese. Como as fotos eram proibidas, o jeito foi recorrer ao google e pescar umas imagens para mostrar para vocês um pouco do que vi.

Visão parcial de uma das galerias. Ao centro está a escultura "O rapto de Perséfone" de Bernini. Esta escultura consumiu dois anos de trabalho do escultor. Os detalhes são impressionantes: a força, os músculos e até as veias podem ser vistas. Impossível não se emocionar.

Pauline Bonaparte como Vênus Vencedora, escultura de Canova. Incrível o que esses artistas faziam com o mármore. Este trabalho é de uma delicadeza ímpar. O colchão e as almofadas nem parecem de mármore.

Apolo e Dafne - esta é a escultura mais famosa de Bernini e, acredito, seja o que deu mais trabalho ao escultor. Bernini iniciou o trabalho em 1622 e só terminou em 1625. A o se aproximar da escultura entendemos o porquê. Tudo é muito delicado nesse trabalho. Ao avistar a escultura temos a impressão de que os personagens estão voando. Eu fiquei paralisado. Foi algo como ter uma visão. Não quero ser piegas ou exagerado, mas é emocionante ver um trabalho assim. Essa escultura é conhecida mundo afora e está em diversos livros de arte e vê-la ao vivo é um presente. E como se não bastassem todas as maravilhas, ainda vi uma exposição de um pintor que não conhecia, CRANACH - representante máximo da pintura renascentista alemã. Essa exposição termina no próximo domingo dia 13 de fevereiro.Que dia! Fechei a viagem com chave de ouro!

Ter visitado a Galeria Borghese foi pura sorte. Era o último dia na cidade, não havia feito reserva e resolvi arriscar. O importante era entrar independentemente do horário. E consegui comprar, mas somente para o último horário, ou seja, 17h00. Mesmo assim fiquei feliz, melhor ter duas horas para apreciar do que não entrar. Após a visita eu era um dos seres mais felizes do planeta! E se você quiser curtir um pouco a Galeria Borghese clique aqui.