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Carioca, apaixonado pelo Rio de Janeiro, apreciador das artes, das viagens e das pessoas que têm algo a dizer.

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Encerramento Festival O Boticário na Dança

Ainda não me recuperei totalmente da gripe, que me deixou fora de combate durante alguns dias, mas não posso deixar meus 17 leitores sem notícias. Como vocês sabem, estava participando do festival O Boticário na Dança o que motivou a publicação de alguns posts. No último dia 8/5 (quarta-feira), retornei ao Theatro Municipal para o encerramento do festival. A noite prometia com as apresentações das companhias Quasar e Grupo de Rua. A Quasar é uma velha conhecida e já conhecia o seu trabalho, a surpresa e a grande expectativa era a apresentação do Grupo de Rua. A Quasar foi criada em 1988 por Vera Bicalho, diretora geral, e Henrique Rodovalho, diretor artístico e coreógrafo. Ao longo desse tempo, o grupo goiano tem construído uma carreira cujas marcas são a qualidade artística e o desenvolvimento de uma linguagem sólida e própria. Para o festival o grupo trouxe o espetáculo “No Singular”, coreografia baseada na correria do dia a dia, com trilha sonora que incluía sons produzidos pelo corpo e que eram emitidos pelos próprios bailarinos. Indo direto ao ponto: não gostei e não reconheci na apresentação a companhia que conheci no início dos anos 90.
 
(Quasar Cia de Dança)
Após o longo intervalo foi a vez do Grupo de Rua, fundado em 1996. O Grupo é comandado pelo coreógrafo Bruno Beltrão e a partir de 2002 iniciou sua trajetória internacional, com apresentações em 26 países. A companhia chama atenção ao misturar de forma única hip hop e dança contemporânea e apresentou a coreografia H3.
A participação do Grupo de Rua no último dia do festival, foi uma boa escolha, pois o grupo salvou a noite. O espetáculo H3 foi excelente, com uma coreografia ágil, intensa e pulsante. A trilha sonora minimalista fugiu do óbvio e deu muita fluência à apresentação. Fiquei satisfeito com o trabalho desse grupo, muito bonito, coeso e intenso. 
(Grupo de Rua)
Se fosse dar uma nota para o festival, seria 9,5. A Organização trouxe grupos que se apresentaram pela primeira vez na América do Sul, reacendeu a chama dos tempos do Carlton Dance e levou muitas pessoas a ter contanto com a dança contemporânea pela primeira vez na vida. Aguardemos a próxima edição.

2 comentários:

  1. Eu, pertencendo a esse seleto grupo de leitores, fico muito agradecida com o post ;)
    Ah, e gosto de gente com opiniões fortes e assumidas, como o Jorge.

    Beijinho e as melhoras
    Ruthia d'O Berço do Mundo
    http://bercodomundo.blogspot.pt/

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  2. Ruthia
    Agradecido fico eu de ter uma leitora assídua como você! Não faço muito rodeios, vou mesmo direto ao ponto!
    Beijos e obrigado!

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