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Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Carioca, apaixonado pelo Rio de Janeiro, apreciador das artes, das viagens e das pessoas que têm algo a dizer.

segunda-feira, 18 de março de 2013

Acabou o Caviar? completa 5 anos!

A história vocês já conhecem...e faz 5 anos! De 2008 para cá, muitos posts sobre arte, cultura, viagens. E o melhor de tudo: a companhia de vocês! queridos amigos e leitores que curtem o que eu escrevo e sempre deixam um comentário carinhoso. Obrigado por me acompanharem nesta jornada. Caviar e Champagne para todos!

segunda-feira, 11 de março de 2013

Concha y Toro

Terça-feira de carnaval, céu azul, sol forte e os chilenos engravatados e arrumados indo para o trabalho... fiquei com vontade de fotografar. Que carnaval bom! Sem blocos, sem bandas, sem tumulto... sei que alguns anos atrás esse discurso seria uma heresia, mas hoje posso falar com tranquilidade: quero paz na folia momesca. E qual foi o programa do último dia inteiro no Chile? visitar a vinícola Concha y Toro. 
Este é mais um passeio oferecido pelas agências de viagem e você desembolsa $ 29.000 pesos chilenos (incluindo ingresso), o equivalente a R$ 145,00. Mas dá para chegar tranquilamente indo de metrô e depois tomando um táxi ou até um ônibus e o passeio sai bem mais em conta. 

São dois tipos de tour: Tradicional (em torno de R$ 36) ou Tour Marques de 
Casa Concha (em torno de R$ 74). Optei pelo último, por incluir uma degustação de queijos e vinhos conduzida por um sommelier. As reservas podem ser feitas pelo site (clique aqui).


Vocês lembram de um casal simpático que eu havia conhecido no almoço no Mercado Central? Aí está: Dominique e Ludimila. Eu acabara de chegar e eles já estavam saindo. Foi ótimo reencontrá-los!

O Tour Marques de Casa Concha dura em média 1h30. A primeira parte consiste na vista dos jardins e dos vinhedos, bem como da adega. Nesta parte degustamos duas taças de vinho. A segunda parte é a degustação de queijos e vinhos com o sommelier.  

Nessa visita guiada conhecemos o histórico da família Concha y Toro e o sucesso da vinícola - uma das mais importantes do Chile.

 A casa dos Concha y Toro - bela construção em estilo neoclássico.
 E o vinhedo com os mais diversos tipos de uvas. 
Já visitei outras vinícolas, tanto aqui no Brasil como na Europa , mas não havia visitado um vinhedo. Confesso que provei algumas. E acredito que eles sabem que um visitante ou outro faz essa "degustação" extra. Os cachos são miudinhos e eu pensando que ia ver cachos enormes...a explicação é que as uvas para a fabricação do vinho devem ser assim mesmo, miúdas, melhor para serem pisadas. As outras que consumimos, são cheias de água e não ideais para fabricação do vinho. Mais ou menos isto e acho que vocês entenderam...rs
 
Momento Mágico de Oz: O Espantalho

Depois dos vinhedos a adega e a famosa "Casillero del diablo". Aqui é a parte mais turística do programa, passam até um filme sobre a lenda do Casillero del Diablo. E como os brasileiros estão sempre visitando o chile, já tem até versão em português do tal filme. Seria mais interessante, na minha opinião,  falar sobre o processo de fabricação do vinho...



A lenda...
 
...e o vinho
Ainda com nossas taças de Casillero Del Diablo na mão, somos conduzidos para uma grande sala onde nos aguarda um simpático Sommelier

 São quatro tipos de vinho e uns queijinhos gostosos para degustar.
É  um micro workshop onde descobrimos os aromas e os sabores... e é um momento divertido, pois sempre tem um "enólogo" que sabe mais que o sommelier. Sem contar algumas pessoas que ficam meio deslocadas e não enxergam cor alguma, não sentem cheiro algum e o gosto? É de vinho, ora!
Na saída ganhamos a tábua onde foram servidos os queijos e podemos, também, levar a taça da Concha y Toro. E não fiquem preocupados, pois não há impedimento de levar a sua taça e tábua na bolsa da Concha y toro no avião. Afinal, ninguém vai querer transformar uma taça numa arma...
Esta visita é um programa meramente turístico. Talvez por isso o taxista que me levou até a Concha y Toro insistiu para que fosse visitar a Vinícola Santa Rita ou a Undurraga. Todavia, valeu conhecer. Porém, para os já iniciados melhor passar a Concha y Toro. 

domingo, 10 de março de 2013

Viña del Mar

De Valparaíso até Viña del Mar não chega a 10 minutos. é um pequeno paraíso, casa bonitas, mar azul, palmeiras e uma atmosfera para lá de tropical.
Vale a pena ficar um dia inteiro para conhecer e passear pela cidade. Mas eu só tive umas 3h30 para aproveitar.

É incrível como as pessoas adoram relógio de flores. Poderiam tirar a foto só do relógio, mas querem provar que compareceram...
... eu não ia ficar de fora dessa...
Os "dez minutos para fotos" terminou e seguimos por um giro pela cidade e depois parada para almoço.
Com uma hora e meia para almoço consegui dar uma volta pela orla e almocei num restaurante (não lembro o nome) de frente para a praia.
a vista da minha mesa,
Um brinde com pisco sour...
Um peixe delicioso com uma crosta de quinua. 
Descanso à beira mar
Não tá fácil para ninguém: vendedora de mote com huesilo
Molhando os pés no pacífico, a temperatura da água estava a 12 graus
Moai del ahu one makihi, trazido da Ilha de Páscoa em 1951.
O passeio foi muito agradável, a cidade realmente é um encanto. Como alguns lugares estavam fechados o guia nos compensou com uma ida num mirante para admirar a cidade do alto.


Valeu! Mas fica o meu conselho: se tiver tempo passe um dia em Valparaíso e outro em Viña del Mar ou fique hospedado em uma das cidades para aproveitar mais.

Enfim, Astrid Y Gaston
Quando estive em Lima fui ao Astrid Y Gaston de lá, mas sem reservas dancei e tive que dar meia volta. Dessa vez, reservei com antecedência  mas aí faltou água justo na minha chegada. Porém, reagendei para a segunda-feira (11/02). Estava exausto depois de um dia inteiro de passeios, mas o jantar foi compensador. Eu até pensei em optar pelo menu degustação com dez pratos, mas não ia ser uma boa às 23h00! Por isso optei por algo mas leve como o risoto com nome bem sugestivo...

"secou-se a sopa chupe e voltou a molhar-se". Um arroz cremoso com frutos do mar e um sabor maravilhoso. Bom mesmo.
Na hora da sobremesa uma pequena degustação  com quatro opções. Tudo ótimo. O Astrid Y Gastón merece a fama que tem. É bom mesmo.
Nada mal a minha segunda-feira de carnaval no Chile, não acharam?