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Carioca, apaixonado pelo Rio de Janeiro, apreciador das artes, das viagens e das pessoas que têm algo a dizer.

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Paris é uma festa: 70 anos, Le Parisien

Quis o destino que eu estivesse em paris no dia 9 de setembro de 2014. Minha programação em Paris nunca é engessada, mas não poderia ser diferente, afinal  uma vez por ano visito esta cidade. E espero que a crise não atrapalhe meus planos futuros...oremos! 
Depois do meu almoço, peguei um ônibus e saí sem destino, acabei parando no Musée du Quai Branly. Este museu que foi inaugurado em 2006, tem belo projeto de Jean Nouvel e oferece uma bela vista  da cidade, tendo a Torre Eiffel ao lado, a partir do restaurante Les Ombres que fica no terraço. A proposta do museu é um diálogo com as culturas da África, Ásia, Oceania e Américas.
Estive no Museu em 2009 para ver uma exposição sobre a História do Jazz, mas ainda não conhecia sua coleção permanente e confesso que não gostei muito. Achei confuso. Talvez a culpa tenha sido dos muitos museus que havia visto recentemente na Turquia...
Cerâmica - Perú (1100 - 1450 D.C.)
Próximo ao  Quai Branly fica o Museu de Arte Moderna (Palais de Tokyo) que ainda não conheço, é uma construção imponente que chama atenção.

detalhe da escultura no Palaisde Tokyo
E nessa vadiagem cultural passei pelo Palais Galliera, o Museu da Moda de Paris, mas só para curtir o jardim, pois já estava fechado. No verão o sol se põe lá pelas 20hs...

Caminhando e sempre atento parei num ponto de ônibus para seguir para o próximo destino, ainda desconhecido. Essa é a graça do passeio, analiso os itinerários e vejo para onde posso ir. Das linhas que passavam ali decidi pela 92 e desci na Rue de Vaugirard e depois peguei o 96 até a Rue Bonaparte no 6º distrito. Logo avistei uma fila na porta da loja do Pierre Hermé. Na fila muitos turistas japoneses que saíam de lá com sacolas cheias, como se estivessem feito compras em supermercado. Para situar, Pierre Hermé é um chef pâtissier, dos mais renomados do mundo. Suas criações são verdadeiras obras de arte. Chocolates, macarons, doces e tudo o mais maravilhoso que você puder imaginar... uma grife de luxo, antes de tudo. Impossível passar na porta e não comprar nada. Entrei, mas a sacola era bem modesta... no final do post você vai ver.

Estava ao lado da Église Saint-Sulpice e aí meu amigo que nunca aparece nas fotos quis visitar a igreja, mas eu preferi ficar no Café de la Mairie que fica na Praça e pedi um Kyr. 



E lá fiquei assistindo o desfile de sacolas cheias de lojas de grifes que passavam nas mãos dos turistas orientais... enquanto aguardava meu amigo que fotografava a belíssima Igreja de Saint-Sulpice.


Depois de dois drinks, bate-papo, hora de ir embora... e aí a surpresa e o motivo deste post: a festa! Saí do Café e notei um burburinho nas ruas e, claro, fui conferir o que tava rolando.

Muita gente nos bares, restaurantes e nas ruas, muitas fechadas ao trânsito. Era a comemoração dos 70 anos do Jornal Le Parisien.



E se tem festa em Paris, vamos aproveitar... 
Jornalistas, editores, gente de diversas áreas e o povo...  entrei no clima de corpo e alma! 
 
 
Misses Plus Size foram prestigiar o evento

E se você chegou até aqui vai ficar com muita água na boca...lembra da sacolinha do Pierre Hermé? Veja nas fotos abaixo a delícia que eu provei...

Gâteau Ispahan (macaron de framboesa, framboesas e pétala de rosa)...muito, muito bom!

2 comentários:

  1. Jorge, que delícia deve ser isso! A pétala é mais pra dar um charme, um perfume, certo? Ou você comeu?

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    Respostas
    1. Inês
      Eu deixei a pétala de lado... mas devia ser comestível, pior que eu nao perguntei na hora e aí não quis arriscar srsrsr
      bjks

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